Este documentário sobre a Revolução Francesa  trata do processo revolucionário de 1789, suas origens, fatos e desdobramentos. Possui narração em português e comentários com legendas em português.

A revolução é analisada por uma equipe de especialistas cujas alegações revelam-se comprometidas com a História. As raízes, desdobramentos e consequências do movimento, um dos maiores marcos da modernidade, são revelados de maneira objetiva.

 

Fatos e curiosidades

O documentário foi lançado em 2005, pelo canal History Channel, e possui, aproximadamente 90 minutos de duração. Alguns fatos e curiosidades abordados no documentário:

– O advogado Maximilien de Robespierre foi um dos principais líderes revolucionários e era chamado de incorruptível. Foi um dos precursores do terror e comandou os rumos da França até sua morte na guilhotina, em 1794.

– Quando casaram para firmar uma aliança política entre franceses e austríacos, Luís XVI, da França,tinha apenas 15 anos e Maria Antonieta, da Áustria, tinha apenas 14 anos. Devido a uma dolorosa fimose, Luís XVI só teve relações sexuais com a esposa após sete anos de casamento.

– Os gastos com a corte também incomodava os franceses. Maria Antonieta ficou conhecida como Madame Déficit, devido aos altos gastos com roupas, sapatos e outros luxos que a fizeram uma rainha extremamente impopular.

– É um mito que Maria Antonieta tenha dito: “se o povo não tem pão para comer, que comam brioches”. Ela ignorava completamente as necessidades da população para sequer pensar nisso.

– Em 14 de julho de 1789, a tomada da Bastilha ocorreu porque o povo, após tomar 28 mil mosquetes, precisava de pólvora. E a prisão medieval da Bastilha tinha a maior concentração de pólvora de Paris.

– O jornalista Jean Paul Marat era dono do popular periódico “O Amigo do Povo”. Uma das mentes mais sanguinárias da França, Marat defendia a morte de todos os inimigos da revolução. Foi assassinado em 30 de julho de 1793, apunhalado na banheira por Charlotte Corday.

–  As poissardes eram mulheres peixeiras robustas e corajosas que portavam facas de “consertar” peixes. Elas rumaram para o Palácio de Versalhes junto com outros setores da população francesa para obrigar os monarcas a viver em Paris.

– O período do Terror e o grande Terror iniciaram um processo de descristianização na França. Igrejas foram saqueadas, sacerdotes foram presos, nomes de santos foram substituídos. Um novo calendário sem domingos foi adotado, Marat foi considerado santo e o deus supremo era a razão.