Saiu minha entrevista no Olhar Digital! Fui convidado a fazê-la quando estive na Campus Party, ocasião em que fui blogueiro insider na parte educacional do evento. O tema da entrevista é jogos educativos em sala de aula. Agradecimentos especiais ao amigo Gabriel Subtil pela indicação.

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Jogos educativos: entretenimento e tecnologia ajudam em sala de aula

A chamada da matéria segue abaixo. A parte que faz referência ao meu trabalho está marcada em negrito.

Livros a apostilas, é claro, ainda são indispensáveis, mas parecem não ser mais suficientes para prender a atenção dos alunos na sala de aula. Os games educativos querem fazer exatamente isso: suprir a necessidade que os jovens alunos têm de informação rápida e dinâmica também na hora de aprender. Mas, existem duas grandes barreiras para a tendência no Brasil: primeiro, a falta de empresas que atuem nesse setor por aqui. Depois, a maioria das escolas ainda enfrenta grandes dificuldades na hora de levar recursos tecnológicos para a sala de aula.

O professor Michel é exceção: ele revolucionou suas aulas de história usando novas mídias como ferramentas pedagógicas; inclusive jogos. Como não poderia deixar de ser, os alunos adoraram. E os resultados apareceram rapidamente. A iniciativa mostrou que os jogos educativos não só ensinam, mas também ajudam os alunos na hora de estudar.

A questão é que o uso dessas novas mídias na área pedagógica ainda é novidade. E é muito recente para saber o impacto que elas terão na formação dessas crianças. Mas, esse é um caminho sem volta. A tecnologia invadiu nossas vidas. Então, o melhor é tirar o máximo proveito.

E não são só as escolas que apostam nos jogos educativos; no olhardigital.com.br você encontra uma matéria que mostra que empresas também apostam em games alternativos para realizar o treinamento de pessoal e também para ações de publicidade. Confira essas outras experiências super bacanas!

Opinião

Confesso que achei o termo revolução exagerado. O impacto do uso de games e outras mídias no aprendizado da rapaziada ainda está sendo mensurado. Precisamos ainda de muita pesquisa para avaliar se estamos ou não diante de uma revolução educacional. Esperamos que sim! 😉

E vale salientar que de nada adianta a inserção de novas mídias no cotidiano escolar se for para reproduzir velhas práticas educacionais. A educação do século XXI exige, definitivamente, novas práticas pedagógicas. E isto é ainda mais importante que as novas mídias.