No livro 1889, Laurentino Gomes mostra como a Proclamação da República no Brasil era inevitável, especialmente depois que os militares, principal apoio da monarquia, se sentiram frustrados, mal recompensados e desprestigiados pelo governo.

Capa do Livro 1889, de Laurentino Gomes

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O livro foi lançado em 2013 e conta com 416 páginas. Ao ler, você vai conferir

  • Na capa do livro, a frase: como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da monarquia e a Proclamação da República no Brasil.
  • A Proclamação da República já estava praticamente decretada, naquele dia 15 de novembro de 1889, no Rio de Janeiro, enquanto o imperador Pedro II, que fora alertado sobre a gravidade da questão, passava uns dias em Petrópolis.
  • Para escrever a obra, o autor fez uma pesquisa exaustiva, boa parte dela realizada nos Estados Unidos, onde morou, no ano passado, em um câmpus universitário no interior da Pensilvânia.
  • A liberdade de imprensa e de opinião durante todo o Segundo Reinado favoreceu o amadurecimento dos ideais republicanos que acabariam por derrubar a monarquia brasileira.
  • Princesa Isabel, que seria sucessora de D. Pedro, sofria forte rejeição por parte da população. Além de ser mulher em uma sociedade machista, Isabel era muito religiosa, conservadora, e ainda casada com um francês, o Conde d’Eu.
  • Se o Império já estava deteriorado, os republicanos também sofriam com problemas na liderança. O marechal Deodoro da Fonseca, comandante do Exército no levante militar, relutou um tempo antes de proclamar a República no país.
  • O livro fecha uma trilogia iniciada com 1808, sobre a fuga da corte portuguesa de Dom João para Rio de Janeiro, e continuada com 1822, sobre a Independência do Brasil.